sexta-feira, 21 de março de 2014
quarta-feira, 19 de março de 2014
Obrigada pai...
Obrigada pai por me contares a história da vaca e da formiguinha
Obrigada pai por me ensinares a apreciar o crescimento de um pessegueiro que havia a caminho do infantário
Obrigada pai por teres feito uma "pequena vivenda" em esferovite para o meu gato
Obrigada pai por me veres crescer
Obrigada pai pelas conversas que temos
Obrigada pai por acreditares em mim
Obrigada pai por seres um avô extraordinário para o meu principezinho
Obrigada pai por estares sempre aqui
Obrigada pai...
Obrigada pai por me ensinares a apreciar o crescimento de um pessegueiro que havia a caminho do infantário
Obrigada pai por teres feito uma "pequena vivenda" em esferovite para o meu gato
Obrigada pai por me veres crescer
Obrigada pai pelas conversas que temos
Obrigada pai por acreditares em mim
Obrigada pai por seres um avô extraordinário para o meu principezinho
Obrigada pai pela teu abraço sincero
Obrigada pai pela tua verdade
Obrigada pai por estares sempre aqui
Obrigada pai...
quinta-feira, 13 de março de 2014
Desafio: À Flor da Pele
Na passada terça-feira escrevi um texto sobre"Despertadores". Sobre a importância de darmos atenção ao que realmente é importante na vida, aquilo que nos faz sentir de verdade. E por vezes, para isso precisamos de um despertador que desligue o nosso piloto automático e que nos chame ao coração, que nos ajude a relativizar as coisas e que deixe as nossas emoções à flor da pele!...
Por isso hoje, lanço-vos um desafio:
Aguardo a tua participação!...
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terça-feira, 11 de março de 2014
Despertadores
Quando o despertador toca de manhã, tenho aquela sensação de estar a ser chamada à realidade, à responsabilidade, à azáfama do quotidiano. A minha cabeça é assaltada pela agenda, daquilo que está previsto para aquele dia. Trabalhos para entregar, mails por responder outros para enviar, pagamentos para fazer, refeições para organizar, decisões para tomar e quando dou por mim, são seis da tarde e tenho que ir buscar o cachopo à escola.
Toco à campainha da Creche. Volto a associar aquele som a um despertador, mas agora é um despertador diferente, que anuncia momentos com um sabor especial: "Mãããããeee!!!" Diz o meu principezinho. A partir daquele instante o importante é ver o prazer que ele tem em me mostrar as pinturas que fez na escola, o que é importante é pisar as últimas folhas do Inverno e apreciar as pequenas florzinhas que vão aparecendo, o importante é saltar na calçada, é criar metas imaginárias e fazer corridas, é ver um avião passar no céu e inventar uma história da sua viagem, é chegar a casa e fazer um puzzle do Faísca, é ver se o Mickey consegue salvar o Pluto, é fazer ondas na banheira, é vê-lo deliciado a saborear o jantar, é brincar às escondidas, é fazer cócegas e rir, rir muito. No momento em que o deito e olho para os seus olhinhos risonhos consigo relativizar aquilo que correu menos bem no meu dia com aquela lufada fresca que o meu cachopo me trouxe.
Acho que cada vez mais precisamos de despertadores durante o dia e não estou a falar daqueles que nos acordam para as obrigações, claro que esses também são precisos. Estou sobretudo a falar daqueles que nos despertam para apreciarmos a vida e a dar valor ao que realmente é importante.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Em Missão Impossível
Não tenho uma boa relação com a chuva. Sei que ela é necessária, não discuto isso, mas para mim, podia chover a noite toda para que durante o dia fizesse sempre sol. Nesta sequência, eu e o guarda-chuva também não nos damos nada bem. Não gosto de andar com ele atrás, evito-o ao máximo. O que, diga-se de passagem, não tem sido fácil neste inverno.
O episódio que vos quero contar hoje aconteceu há umas semanas, a fatídica sexta-feira que choveu granizo em Lisboa. Estava em casa com o cachopo a prepará-lo para o levar à escola, quando nisto parecia que tinham atirado com um balde de trezentos berlindes à nossa janela. "Qué isto, mãe?", "Anda ver, é uma chuva especial." disse eu. Vesti-o com todo o tempo do mundo, pois era impossível saírmos assim de casa.
Parou de chover e fomos rapidamente para o carro, sem guarda-chuva. Acreditei que a aberta durasse pelo menos cinco minutos, o tempo suficiente de chegarmos à escola. Sim, sou uma pessoa crente, é verdade.
Passado um minuto, chovia outra vez torrencialmente com muito granizo. O meu principezinho tentava absorver toda aquela experiência pela janela do carro: ora assustado, ora deslumbrado. Nunca tinha visto nada assim. Chegámos à escola. Era absolutamente impossível sair do carro.
"E agola, mãe? E agola mãe?". "Calma, temos que esperar que a chuva passe." Sim, porque se bem se lembram, não levei guarda-chuva. "Mãe, qué isto? Olha mãe! E agola? E agola?" Eu a tentar arranjar uma solução para conseguirmos sair do carro e o miúdo a colocar questões a cada instante.
Lembrei-me então, de ir vasculhar o porta-bagagens do carro, na esperança de encontrar um guarda-chuva esquecido. Mas teria que procurá-lo pelo lado de dentro do carro. Saltei para o banco de trás. "O que tás a fazê-le, mãe?", "Calma, já vais ver.", respondi. Eu já estava a atingir um certo grau de irritação. Com alguma dificuldade, lá consegui puxar os bancos para chegar à bagagem do carro. Vasculhei, vasculhei e encontrei nada mais, nada menos que um guarda-sol de praia. Puxei-o para mim e o principezinho ao vê-lo, lá do alto da sua inocente verdade, exclama: "Boa, mãe! Chuva gande, chapéu gigante." Senti que olhava para mim fascinado, como se estivesse perante a sua heroína. Sorri-lhe: "Estás a ver? A mãe nunca se atrapalha". Estava decidido: ía levá-lo à escola com aquele chapéu enorme. Destranquei a porta do carro, abri o guarda-sol e saltaram umas quatro ou cinco varetas. Com grande pena minha, tivemos que abortar a missão. Fiquei sentada ao lado do meu filho e esperei que a chuva parasse. Dois minutos e finalmente mais uma aberta.
Foram dez intermináveis minutos barricados no carro, o que vale é que estivemos sempre entretidos! E de que maneira!
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Uma Janela para o Mar
Este ano que passou, a prenda de Natal que eu e a minha cara-metade partilhámos um com o outro foi a renovação do nosso quarto. Foram pequenas mudanças, mas que fizeram a diferença. O azul mar foi sempre a nossa cor. A simples mudança da colcha para esse azul trouxe a brisa do mar, as almofadas em tons terra trouxeram o cheiro a areia molhada, as cortinas ondulantes trouxeram o movimento do mar, da renovação a cada momento e o quadro azul com ondas, que está por cima da cabeceira da cama, trouxe a janela para esse espaço que tanto gostamos. Lembro-me de o meu marido estar na sala a acabar de montar uma cadeira e de eu estar no quarto a colocar a colcha e as almofadas pela primeira vez. Depois dirigi-me para a sala. Ele olhou para mim e perguntou-me com um sorriso: "Então, como ficou?". Os meus olhos risonhos brilharam e disse: "Anda ver!...". Ele abraçou-me e disse : "Não preciso. Pelo teu olhar já percebi que só pode estar lindo.". Fomos até ao quarto. Sim, estava lindo. Com esta simples renovação podemos agora, todos os dias, reencontrar a "nossa praia".
Feliz Dia de S. Valentim!
a nossa praia!...
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Lembretes Dia de S.Valentim
Porque o amor é uma história contada todos os dias, uma história para cuidar, nutrir e lembrar diariamente!...
Aqui ficam os Lembretes das Bolas de Sabão para o Dia de S. Valentim que se aproxima!...
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