quinta-feira, 13 de março de 2014

Desafio: À Flor da Pele


Na passada terça-feira escrevi um texto sobre"Despertadores". Sobre a importância de darmos atenção ao que realmente é importante na vida, aquilo que nos faz sentir de verdade. E por vezes, para isso precisamos de um despertador que desligue o nosso piloto automático e que nos chame ao coração, que nos ajude a relativizar as coisas e que deixe as nossas emoções à flor da pele!...


Por isso hoje, lanço-vos um desafio:




Aguardo a tua participação!... 
Podes partilhar aqui ou no Facebook
                                                  

terça-feira, 11 de março de 2014

Despertadores


Quando o despertador toca de manhã, tenho aquela sensação de estar a ser chamada à realidade, à responsabilidade, à azáfama do quotidiano. A minha cabeça é assaltada pela agenda, daquilo que está previsto para aquele dia. Trabalhos para entregar, mails por responder outros para enviar, pagamentos para fazer, refeições para organizar, decisões para tomar e quando dou por mim, são seis da tarde e tenho que ir buscar o cachopo à escola. 

Toco à campainha da Creche. Volto a associar aquele som a um despertador, mas agora é um despertador diferente, que anuncia momentos com um sabor especial: "Mãããããeee!!!" Diz o meu principezinho. A partir daquele instante o importante é ver o prazer que ele tem em me mostrar as pinturas que fez na escola, o que é importante é pisar as últimas folhas do Inverno e apreciar as pequenas florzinhas que vão aparecendo, o importante é saltar na calçada, é criar metas imaginárias e fazer corridas, é ver um avião passar no céu e inventar uma história da sua viagem, é chegar a casa e fazer um puzzle do Faísca,  é ver se o Mickey consegue salvar o Pluto, é fazer ondas na banheira, é vê-lo deliciado a saborear o jantar, é brincar às escondidas, é fazer cócegas e rir, rir muito. No momento em que o deito e olho para os seus olhinhos risonhos consigo relativizar aquilo que correu menos bem no meu dia com aquela lufada fresca que o meu cachopo me trouxe.

Acho que cada vez mais precisamos de despertadores durante o dia e não estou a falar daqueles que nos acordam para as obrigações, claro que esses também são precisos.  Estou sobretudo a falar daqueles que nos despertam para apreciarmos a vida e a dar valor ao que realmente é importante.



quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Em Missão Impossível


Não tenho uma boa relação com a chuva. Sei que ela é necessária, não discuto isso, mas para mim, podia chover a noite toda para que durante o dia fizesse sempre sol. Nesta sequência, eu e o guarda-chuva também não nos damos nada bem. Não gosto de andar com ele atrás, evito-o ao máximo. O que, diga-se de passagem, não tem sido fácil neste inverno.

O episódio que vos quero contar hoje aconteceu há umas semanas, a fatídica sexta-feira que choveu granizo em Lisboa. Estava em casa com o cachopo a prepará-lo para o levar à escola, quando nisto parecia que tinham atirado com um balde de trezentos berlindes à nossa janela. "Qué isto, mãe?", "Anda ver, é uma chuva especial." disse eu. Vesti-o com todo o tempo do mundo, pois era impossível saírmos assim de casa.

Parou de chover e fomos rapidamente para o carro, sem guarda-chuva. Acreditei que a aberta durasse pelo menos cinco minutos, o tempo suficiente de chegarmos à escola. Sim, sou uma pessoa crente, é verdade.

Passado um minuto, chovia outra vez torrencialmente com muito granizo. O meu principezinho tentava absorver toda aquela experiência pela janela do carro: ora assustado, ora deslumbrado. Nunca tinha visto nada assim. Chegámos à escola. Era absolutamente impossível sair do carro.

"E agola, mãe? E agola mãe?". "Calma, temos que esperar que a chuva passe." Sim, porque se bem se lembram, não levei guarda-chuva. "Mãe, qué isto? Olha mãe! E agola? E agola?" Eu a tentar arranjar uma solução para conseguirmos sair do carro e o miúdo a colocar questões a cada instante. 

Lembrei-me então, de ir vasculhar o porta-bagagens do carro, na esperança de encontrar um guarda-chuva esquecido. Mas teria que procurá-lo pelo lado de dentro do carro. Saltei para o banco de trás. "O que tás a fazê-le, mãe?", "Calma, já vais ver.", respondi. Eu já estava a atingir um certo grau de irritação. Com alguma dificuldade, lá consegui puxar os bancos para chegar à bagagem do carro. Vasculhei, vasculhei e encontrei nada mais, nada menos que um guarda-sol de praia. Puxei-o para mim e o principezinho ao vê-lo, lá do alto da sua inocente verdade, exclama: "Boa, mãe! Chuva gande, chapéu gigante." Senti que olhava para mim fascinado, como se estivesse perante a sua heroína. Sorri-lhe: "Estás a ver? A mãe nunca se atrapalha". Estava decidido: ía levá-lo à escola com aquele chapéu enorme. Destranquei a porta do carro, abri o guarda-sol e saltaram umas quatro ou cinco varetas.  Com grande pena minha, tivemos que abortar a missão. Fiquei sentada ao lado do meu filho e esperei que a chuva parasse. Dois minutos e finalmente mais uma aberta. 

Foram dez intermináveis minutos barricados no carro, o que vale é que estivemos sempre entretidos! E de que maneira!


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Uma Janela para o Mar

Este ano que passou, a prenda de Natal que eu e a minha cara-metade partilhámos um com o outro foi a renovação do nosso quarto. Foram pequenas mudanças, mas que fizeram a diferença. O azul mar foi sempre a nossa cor. A simples mudança da colcha para esse azul trouxe a brisa do mar, as almofadas em tons terra trouxeram o cheiro a areia molhada, as cortinas ondulantes trouxeram o movimento do mar, da renovação a cada momento e o quadro azul com ondas, que está por cima da cabeceira da cama, trouxe a janela para esse espaço que tanto gostamos. Lembro-me de o meu marido estar na sala a acabar de montar uma cadeira e de eu estar no quarto a colocar a colcha e as almofadas pela primeira vez. Depois dirigi-me para a sala. Ele olhou para mim e perguntou-me com um sorriso: "Então, como ficou?". Os meus olhos risonhos brilharam e disse: "Anda ver!...". Ele abraçou-me e disse : "Não preciso. Pelo teu olhar já percebi que só pode estar lindo.". Fomos até ao quarto. Sim, estava lindo. Com esta simples renovação podemos agora, todos os dias, reencontrar a "nossa praia". 

Feliz Dia de S. Valentim!


a nossa praia!...

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Lembretes Dia de S.Valentim


Porque o amor é uma história contada todos os dias, uma história para cuidar, nutrir e lembrar diariamente!...

Aqui ficam os Lembretes das Bolas de Sabão para o Dia de S. Valentim que se aproxima!...




segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Reinventar



Porque sabe bem abrir a janela e receber uma lufada de ar fresco, um ar renovado, resolvi dar um novo look ao blog, perfurmá-lo com novas cores e aromas. Assim, também eu me sinto. Apetece-me aceitar desafios, rever o meu caminho, fazer um balanço, reinventar-me e recriar-me. Este é o momento.

Decidi renovar o blog. A essência continua a mesma: partilhar histórias, dar valor às coisas simples que podem fazer a diferença no nosso dia e olhar com outros olhos para realidades que se tornaram transparentes por estarem tão desgastadas pela forma automática e rotineira como vemos as coisas.

Gostaria muito que o Blog Bolas de Sabão fosse um espaço de troca de ideias, de conversas, de divulgação, uma janela sempre aberta que apela a que também tu sopres bolas de sabão. Gosto de ligações, gosto de pontes e, cada vez mais, acho que o nosso crescimento enquanto pessoas depende não só das nossas reflexões, que levamos na mochila que nos acompanha na viagem da vida, como também depende da troca de experiências com as pessoas com quem nos cruzamos no caminho. Neste sentido, resolvi inaugurar o espaço Ardósia, onde poderemos trocar dicas, sugestões, máximas, reformular ideias e rever a forma como olhamos o mundo.

Algo novo que também vão encontrar no Bolas de Sabão é uma iniciativa do blog Dias de uma Princesa a que me decidi juntar. Chama-se O Melhor do Meu Dia: "No final do dia. antes de fechar os olhos e ceder ao cansaço, fazemos um exercício: escolher o melhor do nosso dia. Fazemos as pazes com o que correu mal, aceitamos as respostas que ainda precisam de tempo, acalmamos os medos e as angústias e guardamos apenas o melhor. Podem ser horas de festa ou apenas um instante de silêncio."O melhor do meu dia" é uma fotografia feita de letras em que ficamos sempre bem. É essa a memória que queremos guardar. É a essa a força que queremos para o dia seguinte: adormecer com um sorriso."

Nos Lembretes poderão conhecer as minhas colecções de postais e pedras. Podem adquiri-las, basta contactar-me através do mail mensagens.bolasdesabao@gmail.com e fazerem o vosso pedido.

Num mundo que se renova a cada segundo, é urgente criar momentos de reflexão. A proposta deste blog é essa: criar espaços de tempo suspensos numa bola de sabão para conseguirmos saborear a vida !...


 Boas surpresas estão prestes a chegar!

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

A Energia mais Preciosa



Andamos em maré de poupança. Renegociam-se os contractos da zon, meo, etc., juntamos cupões, redescobrimos restaurantes mais em conta, aproveitamos as promoções "leve 3, pague 2", substituímos lâmpadas por iluminação de baixo consumo, agendamos os horários da lavagem de roupa para horários mais baratos, enfim, fazemos trinta por uma linha, sedentos de encontrar a melhor estratégia para poupar. 

Mas há uma energia extremamente importante que eu pergunto se lhe damos o valor que ela merece: a Nossa Energia, a energia de cada um. A energia que produzimos para cuidar da família, para trabalharmos, para amarmos, para fazermos o jantar, para pensarmos. Temos algum método para usar esta energia ou gastamos à maluca e quando acabar acabou? 

Há alguns meses que me venho a aperceber da sua importância e toda a diferença que faz em poupá-la e canalizá-la para o momento certo. A energia de cada um está associada ao seu ritmo interior. Uma má gestão desta energia pode provocar uma catástrofe no nosso dia. 

Por exemplo, percebi que às cinco da tarde tenho um óptimo pico de energia para a escrita, que estava a utilizar em compras de mercearia de última hora, antes de ir buscar o cachopo à escola. Resultado: a essa hora sou sempre assaltada por imensas ideias que acabava  por apontar em pequenos papelinhos perdidos na mala enquanto aguardava na fila para me pesarem as maçãs. E pensava: "Logo à noite, depois de deitar o reguila, vou dar forma a estas ideias." O que realmente acontecia: depois de lhe dar o banho, o jantar, fazer 300 puzzles, e de contar 1001 histórias, ficava exausta e só me apetecia estender no sofá, acabando por me deitar frustada. E afinal era tão simples proteger aquela horinha, só precisava de reorganizar os meus afazeres. 

O melhor de tudo, é que quando usamos a energia certa no seu devido momento, criamos mais energia e neste campo, por vezes, é importante sermos auto-suficientes.


Boas Poupanças!

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

"Pontes entre Nós"



Completar o puzzle. Eu e tu. 
Troca, partilha, cumplicidade. 
Fluxo, ligação que não deixam que sejamos uma ilha.







Eu tenho o tempo

Tu tens o chão
Tens as palavras
Entre a luz
E a escuridão...
Eu tenho a noite

E tu tens a dor
Tens o silêncio
Que por dentro
Sei de cor...
E eu e tu

Perdidos e sós
Amantes distantes
Que nunca caiam
As pontes entre nós...
Eu tenho o medo

Tu tens a paz
Tens a loucura
Que a manhã
Ainda te traz...
Eu tenho a terra

Tu tens as mãos
Tens o desejo
Que bata em nós
Um coração...
E eu e tu

Perdidos e sós
Amantes distantes
Que nunca caiam
As pontes entre nós...(2x)
Que nunca caiam

As pontes entre nós!
Que nunca caiam
As pontes entre nós!

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

E a frase do dia é...




Vivemos num mundo absolutamente competitivo. Às vezes, sem nos apercebemos, andamos numa corrida louca, numa maratona extremamente exigente, numa terrível competição, que nem sequer tinhamos pensado ingressar. De repente, sentimo-nos stressados, cansados, obcecados com os treinos para fazermos um tempo melhor do que o do vizinho. Porém, se pararmos uns instantes para bebermos um pouco de água e olharmo-nos naquela corrida infernal, percebemos que não nos tinhamos questionado se queriamos ou não participar naquela maratona, se aquilo fazia sentido na nossa vida. O que é realmente importante para nós, é aquilo que nos torna autênticos, genuínos e perante isso não há competição possível.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

O Maior dos Ensinamentos



Continuo deslumbrada com este novo papel na minha vida: ser mãe. Um papel que se renova a cada dia, que segue um caminho que conquisto diariamente, com uma orgânica muito própria. Como pais, preocupamo-nos que os nossos filhos alcancem metas como aprenderem a andar, a correr, a comer sozinhos, a pedir para fazer xixi, entre outras coisas. Sem dúvida, que são aprendizagens fundamentais. Mas aquilo que mais me inquieta é conseguir transmitir ao meu filho o mais importante ensinamento que os meus pais me passaram: SENTIR. Deixar as emoções manifestarem-se, permitir que estejamos em contacto connosco, com a nossa essência, com aquilo que de mais genuíno temos. Poder sentir é das coisas mais extraordinárias que aprendi na vida. Nalgumas situações até posso sofrer mais, mas também vivo mais, pois o sentimento é um bom amigo, que traz aquilo que nos torna autênticos. Outro dia, eu e o cachopo estavamos a ver um pequeno filme do Mickey e do seu companheiro Pluto. Às páginas tantas, o Mickey zanga-se com o Pluto e sai de casa, deixando o cachorro infeliz. Naquele momento olhei para o meu principezinho. Os seus olhos estavam brilhantes, a conter as lágrimas, quase deixando escapar uma. "Mãe... Olha o Micki foiche embóla... E agola? O Pluto?..." O meu bébé estava com as emoções à flor da pele. Não lhe doía o pé nem a barriga, era o seu pequeno coração que tinha acabado de ser invadido pelas emoções. Guardei esse olhar intenso numa bola de sabão que me tem acompanhado desde então.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

domingo, 29 de dezembro de 2013

Natal com Sabor Especial


Este ano, o principezinho teve uma visita do Pai Natal no dia 24. Mas a magia não aconteceu apenas para ele, mas para todos nós, que presenciámos aquele momento único. Estavam ali várias gerações presentes, todos parecíamos crianças, deliciadas com o Pai Natal. Minutos antes, eu e a minha irmã, com um nervoso miudinho, vestíamos a fatiota ao nosso pai, que já começava a ensaiar uns "oh, oh, oh" de Pai Natal. Uma almofada para fazer uma barriga redondinha e umas barbas farfalhudas deixavam adivinhar um brilhozinho no nosso olhar. Sem que o cachopo visse, conseguimos que o pai Natal fosse para a rua para tocar à campainha. Trim! Trim! "Que é ito?" Correu para a porta: "Ahhhh... É o Pai Natal..." Pareciam os melhores amigos do mundo a distribuir os presentes por toda a família. O cachopo sempre muito prestável e cúmplice do seu novo amigo: "Olha, Pai Natal, que gilo!" Cada um de nós mergulhou no olhar do principezinho para conseguir ver o Pai Natal, aquele olhar puro permitiu-nos breves instantes de uma doce magia!.... Obrigada Filhote!...

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

E a frase do dia é...


Para mim, a memória é das coisas mais preciosas que tenho. 
Está sempre comigo, alimenta-me. 
A memória leva-me a viajar sem sair do lugar.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

"Criatura da Noite"




Mais uma música, mais uma emoção.

Este tema é para mim um viagem por um mar de emoções, onde nos libertamos, onde somos iguais a nós próprios, onde nos encontramos. Uma viagem que todos nós precisamos de fazer de vez em quando e depois voltarmos para o nosso lugar. 


Esta noite eu quero cantar
Dançar e voar, Uô, uô E.. Quero ver luzes,  
muitas, Quero ser um pássaro, Uô, uô, uô, uã,

Quero ver os peixes a bailar 
E as ideias a gritar,Quero voar para, até ver,
O mar pegar fogo e tipo, incendiar, 
Até a luz, a luz me cercar e eu voltar pró meu lugar.

Esta noite eu quero cantar 
Dançar e voar Uô, uô, E...
Quero ver luzes muitas, 
Quero ser um pássaro Uô, uô, uô, uã,

Quero ver os peixes a bailar 
E as ideias a gritar, Quero voar para, até ver, 
O mar pegar fogo e tipo, incendiar, 
Até a luz, a luz me cercar e eu voltar pró meu lugar.


Quero ver os peixes a bailar 
e as ideias a gritar,Quero voar para, até ver, 
O mar pegar fogo e tipo, incendiar, 
Até a luz, a luz me cercar e  eu voltar pró meu lugar.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Explosão de Palavras


Primeiro era o toque, sentir a sua pele macia, a ternura de se aninhar no meu peito, para ouvir o meu coração, a batida familiar que o acompanhou durante nove meses. Depois começou a ser o olhar, o seu retorno faziam brilhar os meus olhos. Como é que em poucos dias aqueles pequenos olhinhos olhavam tão profundamente para mim, como se me conhecesse melhor que ninguém? Depois foram os sorrisos, começei a sentir o reconhecimento. Mais uns meses e começou com o seu dedinho a apontar para manifestar as suas vontades, as primeiras palavras surgiram naturalmente e agora com dois anos tem um mundo de palavras dentro dele, expressando-se cada vez melhor. É uma evolução encantadora, a comunicação do ser humano, uma aprendizagem deliciosa que nos faz reaprender a realidade à nossa volta. Desde sempre que falei com o meu principezinho, alimentando sempre o seu vocabulário, colorindo o seu imaginário, criando-lhe doces memórias. Dois anos depois começo a ter o retorno daquilo que fui semeando. Tanta coisa que ele tem para me contar agora, há uma urgência dele em falar, em expressar-se, é como se sentisse que me tem que compensar pelas vezes que queria falar e ainda não conseguia. É um crescimento absolutamente enriquecidor de mãe e filho.