Vivemos num mundo absolutamente competitivo. Às vezes, sem nos apercebemos, andamos numa corrida louca, numa maratona extremamente exigente, numa terrível competição, que nem sequer tinhamos pensado ingressar. De repente, sentimo-nos stressados, cansados, obcecados com os treinos para fazermos um tempo melhor do que o do vizinho. Porém, se pararmos uns instantes para bebermos um pouco de água e olharmo-nos naquela corrida infernal, percebemos que não nos tinhamos questionado se queriamos ou não participar naquela maratona, se aquilo fazia sentido na nossa vida. O que é realmente importante para nós, é aquilo que nos torna autênticos, genuínos e perante isso não há competição possível.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
O Maior dos Ensinamentos
Continuo deslumbrada com este novo papel na minha vida: ser mãe. Um papel que se renova a cada dia, que segue um caminho que conquisto diariamente, com uma orgânica muito própria. Como pais, preocupamo-nos que os nossos filhos alcancem metas como aprenderem a andar, a correr, a comer sozinhos, a pedir para fazer xixi, entre outras coisas. Sem dúvida, que são aprendizagens fundamentais. Mas aquilo que mais me inquieta é conseguir transmitir ao meu filho o mais importante ensinamento que os meus pais me passaram: SENTIR. Deixar as emoções manifestarem-se, permitir que estejamos em contacto connosco, com a nossa essência, com aquilo que de mais genuíno temos. Poder sentir é das coisas mais extraordinárias que aprendi na vida. Nalgumas situações até posso sofrer mais, mas também vivo mais, pois o sentimento é um bom amigo, que traz aquilo que nos torna autênticos. Outro dia, eu e o cachopo estavamos a ver um pequeno filme do Mickey e do seu companheiro Pluto. Às páginas tantas, o Mickey zanga-se com o Pluto e sai de casa, deixando o cachorro infeliz. Naquele momento olhei para o meu principezinho. Os seus olhos estavam brilhantes, a conter as lágrimas, quase deixando escapar uma. "Mãe... Olha o Micki foiche embóla... E agola? O Pluto?..." O meu bébé estava com as emoções à flor da pele. Não lhe doía o pé nem a barriga, era o seu pequeno coração que tinha acabado de ser invadido pelas emoções. Guardei esse olhar intenso numa bola de sabão que me tem acompanhado desde então.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
domingo, 29 de dezembro de 2013
Natal com Sabor Especial
Este ano, o principezinho teve uma visita do Pai Natal no dia 24. Mas a magia não aconteceu apenas para ele, mas para todos nós, que presenciámos aquele momento único. Estavam ali várias gerações presentes, todos parecíamos crianças, deliciadas com o Pai Natal. Minutos antes, eu e a minha irmã, com um nervoso miudinho, vestíamos a fatiota ao nosso pai, que já começava a ensaiar uns "oh, oh, oh" de Pai Natal. Uma almofada para fazer uma barriga redondinha e umas barbas farfalhudas deixavam adivinhar um brilhozinho no nosso olhar. Sem que o cachopo visse, conseguimos que o pai Natal fosse para a rua para tocar à campainha. Trim! Trim! "Que é ito?" Correu para a porta: "Ahhhh... É o Pai Natal..." Pareciam os melhores amigos do mundo a distribuir os presentes por toda a família. O cachopo sempre muito prestável e cúmplice do seu novo amigo: "Olha, Pai Natal, que gilo!" Cada um de nós mergulhou no olhar do principezinho para conseguir ver o Pai Natal, aquele olhar puro permitiu-nos breves instantes de uma doce magia!.... Obrigada Filhote!...
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
E a frase do dia é...
Para mim, a memória é das coisas mais preciosas que tenho.
Está sempre comigo, alimenta-me.
A memória leva-me a viajar sem sair do lugar.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






